Nos
últimos anos, com leniência do Governo de Jair Bolsonaro (PL), vimos um aumento
do desmatamento, da invasão de áreas de preservação e terras indígenas por fazendeiros,
madeireiros e garimpeiros que, de forma irregular e ilegal poluíram as águas,
derrubaram arvores e queimaram áreas gigantes para abertura de pastos e áreas
de plantio.
Com a
entrada do novo governo, de Luiz Inácio lula da Silva (PT), o país e o mundo,
viram uma retomada da ação federal nas áreas de preservação e em terras
indígenas, com a expulsão de garimpeiros e madeireiros e com a destruição dos
equipamentos usados nas ações ilegais destes grupos.
O Ibama
e a PF (Polícia Federal) têm feito incursões para localizar e prender estes
criminosos, além de identificar seus financiadores e, assim, ”matar o mal pela
raíz”. O delegado Humberto Freire, Diretor de Meio Ambiente da PF disse “quem
aufere maiores lucros obviamente tem uma responsabilidade maior”, quando
questionado sobre as ações contra os financiadores dos garimpos ilegais.
Muitos
destes garimpeiros vêm se mudando para cidades vizinhas à Terra Yanomami, o que
mostra que a ação terá de ser constante na região. Inclusive por ainda haver
invasões nas regiões, mesmo com a presença das duas entidades por terra e nos
rios.
Lula
tem firmado grandes acordos internacionais para ajudar nas ações pela
preservação do meio ambiente e para ajudar a população indígena, principalmente
os Yanomamis, abandonados pelo governo de Jair Bolsonaro e com a aparente
conivência do governo de Roraima e até a possível participação de familiares do
governador Antonio Danarium (PP), de RR, na lavagem de dinheiro envolvendo ouro
retirado irregularmente por garimpeiros na Terra Yanomami.
Esta
semana uma ação emergencial será implantada, já contando com aportes dos
institutos de filantropia do bilionário Jeff Bezos e do ator estadunidense
Leonardo DiCaprio. Os valores não foram divulgados, mas a ideia é que seja o suficiente
para a ampliação das ações contra os garimpos ilegais e para a recuperação das
áreas degradadas.
A
ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), tem encabeçado estas
negociações de acordos onde insistiu que não basta apenas expulsar garimpeiros,
mas também impedir que eles retornem. Segundo ela, “Em algumas áreas, quatro de
cada dez crianças estão contaminadas pelo mercúrio”.
O
Fundo Amazônia também receberá um aporte de US$ 50 milhões, além dos R$ 3 bilhões
destinados pela Noruega diante da entrada de Lula no Governo. A expectativa é
que o Fundo Amazônia consiga um aporte de US$ 30 bilhões com governos,
Institutos e fundos privados.
É
fundamental que os órgãos de fiscalização tenham poder para agir, o Governo
Bolsonaro desmontou o Ibama, que conta com quase a metade de seu efetivo, e repor
estes postos é uma promessa da atual ministra. Segundo Marina Silva, o
desmatamento em janeiro de 2023 apresenta uma queda de 60% em relação ao mesmo
período do ano passado, com Bolsonaro no poder. Ela ainda garantiu que a meta
do governo é criar um contexto onde os avanços da preservação ambiental sejam
indissolúveis. Amém...


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