sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Importância da vacinação na fase adulta

Vivemos uma situação de negacionismo científico e descrença na saúde que muito assusta os profissionais sérios das áreas da saúde, da vigilância sanitária e da ciência, que além da descrença de muitos na população, ainda sofrem ataques de profissionais e governantes negacionistas que descredenciam, até mesmo as velhas práticas sanitárias já bem sucedidas em todo o mundo, como a vacinação quanto medida preventiva de doenças.

A vacinação de bebês, crianças e adolescentes é sempre muito divulgada pela mídia e pelos órgãos estatais, com campanhas e orientações, mas pouco se fala das vacinas necessárias na fase adulta.

Além de vacinas específicas para os mais velhos, há a necessidade de eventuais reforços de vacinas tomadas quando criança e adolescente. O ideal é que tivéssemos nossas carteiras de vacinação sempre em mãos e estivéssemos sempre atentos as eventuais doses de reforço e novas vacinas para cada fase da vida. Porém sabemos que a realidade não é bem assim.

Alguns exemplos destas vacinas são: a Dupla adulto - DT (difteria e tétano); Meningocócicas B e conjugadas ACWY ou C; Herpes Zoster; Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); Hepatite A e B; Influenza (gripe); Febre amarela e Covid 19. Sendo que a maioria destas é encontrada gratuitamente na rede pública (SUS), porém, algumas, como é o caso da vacina de Herpes Zoster, não está incluída nas vacinas aplicadas gratuitamente pelo SUS, e tem um valor impossível de ser arcado pela maior parte da população, quase R$ 1 mil por dose, sendo necessário 2 doses para completar seu ciclo vacinal e até mesmo a de Hepatite A, só é aplicada na rede particular com valor a cerca de R$ 160,00, lembrando que são 3 doses, neste caso, para completar o ciclo vacinal.

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