Vivemos
uma situação de negacionismo científico e descrença na saúde que muito assusta
os profissionais sérios das áreas da saúde, da vigilância sanitária e da
ciência, que além da descrença de muitos na população, ainda sofrem ataques de
profissionais e governantes negacionistas que descredenciam, até mesmo as
velhas práticas sanitárias já bem sucedidas em todo o mundo, como a vacinação
quanto medida preventiva de doenças.
A
vacinação de bebês, crianças e adolescentes é sempre muito divulgada pela mídia
e pelos órgãos estatais, com campanhas e orientações, mas pouco se fala das
vacinas necessárias na fase adulta.
Além
de vacinas específicas para os mais velhos, há a necessidade de eventuais
reforços de vacinas tomadas quando criança e adolescente. O ideal é que
tivéssemos nossas carteiras de vacinação sempre em mãos e estivéssemos sempre
atentos as eventuais doses de reforço e novas vacinas para cada fase da vida.
Porém sabemos que a realidade não é bem assim.
Alguns
exemplos destas vacinas são: a Dupla adulto - DT (difteria e tétano); Meningocócicas
B e conjugadas ACWY ou C; Herpes Zoster; Tríplice viral (sarampo, caxumba e
rubéola); Hepatite A e B; Influenza (gripe); Febre amarela e Covid 19. Sendo
que a maioria destas é encontrada gratuitamente na rede pública (SUS), porém,
algumas, como é o caso da vacina de Herpes Zoster, não está incluída nas
vacinas aplicadas gratuitamente pelo SUS, e tem um valor impossível de ser
arcado pela maior parte da população, quase R$ 1 mil por dose, sendo necessário
2 doses para completar seu ciclo vacinal e até mesmo a de Hepatite A, só é
aplicada na rede particular com valor a cerca de R$ 160,00, lembrando que são 3
doses, neste caso, para completar o ciclo vacinal.


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